Como funciona a restituição de bens apreendidos em investigações

Como funciona a restituição de bens apreendidos em investigações

Quando há uma investigação em andamento, é comum que autoridades apreendam bens como carros, imóveis, dinheiro, barcos ou até aeronaves — principalmente em grandes operações. 

Mas o que muita gente não sabe é que essa apreensão não significa perda definitiva do bem. A restituição é possível, desde que sejam comprovadas a origem lícita do patrimônio e a ausência de ligação direta com o crime investigado. 

O pedido deve ser feito por meio de uma petição fundamentada ao juiz responsável pelo caso, com documentos que comprovem a propriedade e a legalidade do bem. Nessa etapa, a atuação de um advogado é essencial. 

O juiz analisará se o bem é indispensável para a investigação ou se pode ser devolvido sem prejuízo às provas.

Em muitos casos, a demora no pedido faz com que o bem se desvalorize ou se deteriore — o que gera ainda mais prejuízos. 

Portanto, agir rápido e de forma técnica é fundamental para recuperar o que é seu por direito.

Imagine ver seus bens bloqueados ou apreendidos durante uma operação policial e não saber o que fazer — é o que acontece com muitos empresários, fazendeiros e investidores. 

O maior erro é esperar o fim da investigação para agir. A restituição de bens pode (e deve) ser pedida ainda durante o processo, desde que se prove a origem legal dos recursos ou a inexistência de vínculo com o crime investigado. 

Outro erro comum é apresentar apenas notas fiscais antigas ou documentos frágeis. A Justiça exige provas robustas e coerentes — como contratos, comprovantes bancários, registros de propriedade e declarações fiscais. 

Cada bem apreendido — seja um carro, uma fazenda ou até uma aeronave — precisa ter sua origem demonstrada individualmente. E a demora na restituição pode gerar depreciação, custos e até perda total do patrimônio. 

Carros, fazendas, barcos, dinheiro e até aeronaves podem ser devolvidos ao dono legítimo — desde que o pedido seja feito corretamente e com provas sólidas. 

A restituição não é automática: é um direito que precisa ser requerido de forma técnica e fundamentada.

Se precisar de mais informações sobre o tema ou já passou por algo parecido, busque hoje mesmo um advogado especialista em Direito Penal. 

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